A Tradição Primordial também é dita "perene" porque sabe se transformar e adaptar, seguindo as próprias diretrizes da vida, sobre balizas universais que asseguram o equilíbrio do Todo, hoje em dia também chamado de “Holístico”. Costuma-se definir este eixo através de Trindades divinas.
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

“O FRANKENSTEIN IDEOLÓGICO” – COLONIALISMO CULTURAL NA MODERNIDADE


A construção da militância alienada e 
da contradição social no mundo globalizado

A ideia da globalização que penaliza as novas sociedades colonizadas pela economia-de-mercado, não chega a ser uma novidade histórica. O imperialismo econômico existe de longa data na humanidade, vindo a tomar forma modernamente a partir das descobertas europeias ultramarinas.
Porém, para que tal coisa seja possível, é preciso construir ideologias que promovam e que aceitem estes mecanismos, movidos pela esperança de obter vantagens mútuas.
A gran
de mácula disto tudo, é a aceitação acrítica do processo por parte das sociedades colonizadas, através da pactuação ideológica com o colonizador resultando na ideologização alienada. Este aparece afinal muitas vezes glamoroso, poderoso e repleto de novidades e esperanças. Perto dele o resto do mundo soa primitivo, ignorante e impotente. Melhor é colaborar, reconhecer a necessidade da mudança e servir aos novos Senhores da Terra.
As máculas das antigas sociedades –ou mesmo das novas, mostradas então como “Aprendizes do Futuro”- são exageradas ou generalizadas. Elas precisam se atualizar e abandonar coisas ultrapassadas que fizeram parte da infância da raça ou derivam de ideologias corrompidas voltadas para o poder e a manipulação.
Para as sociedades colonizadas, é construído um modelo-de-alienação. Mostra-se como alienação e opressão as mazelas sociais internas e antigas: o machismo, o patriarcado, o senhorio, assim como a crença, o antigo clero e a tradição. Se oferece o fim das velhas prisões: a liberação do corpo, da mente e até da alma. Não porém para depurar e restaurar as bases da própria cultura, mas sim para mudá-la e acatar novos padrões culturais.

Os nativos devem construir a sua própria sociedade moderna, com a ajuda prestimosa dos recursos e dos conhecimentos dos novos benfeitores, e sempre “relacionando-se” economicamente é claro com as metrópoles do mundo. Para isto eles devem explorar a Natureza, buscando o progresso e a prosperidade, a tecnologia a ciência, na medida do necessário e do permitido.
Que fazer, afinal? A fronteira entre a cruz e a espada é mais do que sutil. Sempre soa curioso como a cruz abre as portas e depois ela é simplesmente trocada pela espada, quando a espiritualidade é simplesmente tomada pelo materialismo. A manipulação da boa fé parece vir de muito longe...

Ora, uma coisa é uma cultura fazer a própria autocrítica e depuração, como se fez na Europa através dos seus sucessivos ciclos de revoluções sócioculturais. Outra bem diferente é alguém chegar de fora e pretender impor a sua visão das coisas, exigindo servilismo e buscando a exploração ambiental.
Existe até uma tendência “eclética” das mentes esclarecidas pretender buscar “o melhor dos dois mundos”. Por instinto, não queremos ficar isolados. O espírito gregário nos move para o rebanho. Participar da modernidade -imagina-se- pode levar a novas soluções. Nisto, porém, pode estar aquela armadilha que se planejou colocar desde fora.

Não raro algumas pessoas realmente evoluídas penetram a cultura-de-massa buscando auxiliar e esclarecer. Estes seres conscientes geralmente possuem um histórico pessoal de muita cultura e trabalho interior, e podem possuir bases ideológicas e até físicas e sociais fora do sistema de massas.
Porém, o mais comum é aquele pseudo-esclarecido colonizado e, como tal, alienado de si; assim como algumas pessoas que estão numa transição entre uma coisa e outra. Nestes dois casos, prevalece um ideologismo híbrido e contraditório, algo modernista e de evidente origem forânea.

O alienógico – alienado-ideológico

A importação das ideias é parte do mundo globalizado. A própria estrutura política “flexível” e “controlada” (ao invés de íntegra), expressa este plano cômodo para a nova colonização.
No Brasil se falou da “antropofagia cultural”. Difícil porém é conhecer os limites, saber onde está o verdadeiro polo das coisas, quem realmente serve a quem. Mesmo porque, muito daquilo que pode ser útil “lá fora”, pode chegar a ser contraproducente “aqui dentro”...
Este “colonialismo ideológico” não se limita ao plano da política. Quando não temos uma ideia própria (já que temos uma cultura em formação) ou estamos a questionar o que nos foi dado por herança, somos suscetíveis às influências externas. Nada contra assimilar estilos, outra coisa porém é acatar os mesmos conteúdos.
Tomemos o caso do Anarquismo. Se na Europa onde nasceu já é difícil aplicar estas ideias, que dizer em outro Continente sob condições sócio-culturais tão diferentes. Não muito diferente ocorre com as outras ideologias de matriz forânea, que necessitaram ser impostas mais uma vez “a ferro e fogo” no subcontinente...
Os únicos objetivos da doutrinação e do colonialismo cultural, são cultivar simpatias com o colonizador e buscar a esterilização ideológica das sociedades nativas. Senão, vejamos:

1. Uma única ideologia não pode a princípio vencer duas outras “aliadas” reunidas. Aquilo que sucedeu na Segunda Guerra se traspõe para a política cotidiana, gerando uma cisão estrutural no corpo da política nacional.
2. Uma ideologia nativa não pode vencer a opressão externa (colonialismo) e a traição/desunião interna (classismo, fanatismo, separatismo) – ou seja: o opressor interno e a oposição interna. Na Europa os marxistas precisam lutar apenas contra a burguesia, e não tanto contra um verdadeiro inimigo colonizador.*
3. Depois da Queda do Muro, o próprio marxismo ficou debilitado estruturalmente e esvaziado ideologicamente, de modo que na América Latina os Partidos de autêntica inspiração esquerdista viraram de populares apenas populistas. Sem ideologias sólidas e anteparos externos, os marxistas são presas fáceis para a corrupção, já que a sua ideologia é materialista e sempre dependente do capitalismo. Para o capitalismo, uma vitória marxista virou apenas um “mal menor”, sem a sombra ameaçadora do imperialismo soviético por detrás.

Através destes três pontos, o colonialismo pós-Guerra Fria preserva a sua hegemonia real ou tácita. A hegemonia dual materialista parece dominar os horizontes das novas nações colonizadas, contra as verdadeiras ideologias nativas e nacionais de crescimento cultural, humano e civilizatório.
E é por enfrentar tantos oponentes reunidos que, nos países em formação, o Nacionalismo não pode se tornar uma força de opressão e dominação como aconteceu na Europa com o Nazi-Fascismo, representando antes uma autêntica força libertadora e “civilizatória”. Por isto a libertação e também a evolução social de uma nação em construção, depende tanto da consciência nacionalista suprapartidária.


A observação das debilidades nacionalistas nestas nações, se devem muitas vezes às pressões e ao isolamento. A estigmatização atual do Nacionalismo, passa também como uma verdadeira Síndrome de Estocolmo coletiva diante de tanta repressão e sofrimento sob as Ditaduras militar-capitalistas, que na época usaram não obstante o comunismo como pretexto para derrubar regimes nacionalistas altamente populares.



O Frankenstein Ideológico é uma versão do alienado, através do paradoxo do militante alienado, não exatamente anti-social em tese, embora acabe sendo na prática. O pensador híbrido interpreta mal os problemas locais, sempre à luz de ideologias alienígenas, e ainda combate ou hostiliza as ideias realmente locais.
Criticar instituições existentes é uma coisa, tal coisa pode passar por uma espécie de “reforma” ou ter funções depurativas e, como tal, equilibrantes. Já tentar impedir o surgimento das instituições é coisa bem diferente. Por isto soa repulsiva, castradora e até colonialista a crítica radical às instituições nas novas sociedades, quando se critica a coisa-de-si e não o seu estado ou situação.

Ao saber de uma instituição religiosa decadente, os materialistas usam isto de maneira oportunista para condenar toda a sua história existência. Os colonialistas aplicam “pena capital” semelhante à cutura das sociedades oprimidas, sempre com efeitos devastadores.
O materialismo moderno busca a tabula rasa em termos de cultura idealista e não-material - coisa que a Ciência contemporânea não compactua necessariamente. Contudo, tal coisa castra covardemente as sociedades-em-formação e desrespeita soberbamente valores multiculturais.

Claro, alguns se declararão “puristas”, não podem ser chamados “frankensteins”. Mas se forem adeptos de doutrinas alienígenas, estes serão como colonizadores ou, no caso, alienados e até traidores. Todas as doutrinas –“sem exceção”- necessitam adaptar-se quando chegam num novo Continente.
O alienado comum é um apolítico prático, mas o alienado-ideológico ou alienígena-ideológico” -o “alienógico”- é alguém equivocado (ou “mal posicionado”) nas suas ideias ou ideologias, por não compreender os verdadeiros processos sociais, ou ser ignorante, aculturado, radical, egoísta, superficial, covarde, soberbo e assim por diante. O alienado-ideológico é tipicamente um intelectual –ou como dizemos, um “intelectualóide”-, afinal ele não consegue pôr na prática as suas idéias, e se o faz realiza de maneira contraproducente.


Muitos alienógicos são pessoas bem intencionadas que se esforçam pelo bem comum, porém ostentam uma visão distorcida e terminam dando tiros n’água ou nadando-contra-a-correnteza isolando-se ou se destruindo.
O alienógico não é portanto o alienado político comum, e nem o “malvado opressor” em si, mas sim o alienado ideológico aculturado que contribui no papel do colonizador. Lamentavelmente, o alienógico virou uma grande praga nos tempos atuais, como veremos na continuação desta matéria.

O “Triângulo” Modernista
Se costuma ver a alienação como a ignorância e a exploração social, e não se mostra como a aculturação pode ser ainda mais impiedosa e abrangente. A verdadeira alienação cultural é mais profunda do que a social.

É por esta razão que as Grandes Guerras são transversais e triangulares. Existe por um lado o conflito ideológico social, e por outro lado um conflito geográfico cultural, entre atores que não raro sequer se confundem.
As três ideologias em questão representam não obstante classes sociais, universalmente distribuídas. São elas: o Marxismo pelo proletariado, o C
apitalismo pela burguesia, e o Nacionalismo pelos "socialistas" nativos.

O Nacionalismo é um fenômeno mais complexo. Vincula-se a um estrato social emergente no Novo mundo (pois as ideologias sociais também podem representar interesses regionais dominantes), aparentado com algo que no Velho Mundo foi deposto pelo “Materialismo Histórico Dialético” (desde o Iluminismo na verdade): a Aristocracia, mais cultural que econômica neste caso.
O neo-colonialismo burguês se assenhorou do colonialismo monarquista-aristocrático, e o pôs para debaixo do tapete da História. Resta na Europa hoje apenas fragmentos de Monarquia, tal como sobram somente traços do velho prestígio da Igreja, apesar da importância dos valores e das estruturas que estes extratos sociais determinaram em toda aquela região.


Esta triangulação ideológica reflete o internacionalismo moderno, mas também possui expressão local. Na Europa a alma aristocrática se manteve forte pela natureza do espírito germânico, porém prevalece o materialismo dualista das relações burguesia-proletariado. Com o tempo se tratará de valorizar o todo da Civilização europeia, como a Península Ibérica tanto aprecia fazer, e assim se chegará à sua “utopia” final unificada.
O Nacionalismo capta certas essências sócio-culturais da aristocracia, afinal ambos representam estágios terciários da formação social das nações, um todavia apenas elementar em formação e o outro consolidado como civilização.

Assim, o Nazi-Fascismo (ideologias de tendência “heróica”/aristocrática) estava vinculado às monarquias por simpatias ideológicas, impregnadas porém pela cultura materialista do zeitgest moderno. Por outro lado, tais ideologias eram expressamente Nacionalistas, não exatamente “de Direita” como o marxismo e correntes afins pretendem mostrar, ademais de serem formas “românticas” de atrofia cultural e econômica. A afinidade com o Nacionalismo nativo sulamericano (e até asiático ou africano) era natural, embora também houvesse diferenças importantes, pois estas sim mereceriam mais ser colocadas como “de Esquerda”, vindo a combater o colonialismo e a adotar o Republicanismo. A rigor, o Nacionalismo é apenas integrador, nem de direita ou de esquerda, e sequer de centro.

A emergência da ideologia nacionalista representa uma etapa natural e atualizada na formação das sociedadeslatino-americanas. O verdadeiro Triângulos Novomundista é a harmonia das classes sociais citadas. O Nacionalismo possui uma forte base nativa no caudilhismo destas sociedades, desenvolvido especialmente nas grandes fronteiras nacionais aguerridas como as do México, da Argentina e do Brasil.
Obviamente, tal coisa nasceu basicamente por influência das ideias iluministas da Europa, porém aos poucos foi tomando uma forma mais própria e nativa, pelo aproveitamento dos valores locais na formação da própria cultura. Os conflitos ocorreram porque estas forças sociais emergentes quiseram manter a pureza e a essência das ideias iluministas.



Após a Segunda Guerra, as forças “materialistas” em disputa combateram o Nacionalismo mundo afora assenhorando-se das nações através da Guerra Fria. Depois das longas ou cruéis ditaduras que sofreram, as nações latino-americanas emergem em farrapos social e ideologicamente.

No começo dos Anos 60, o Brasil era uma grande nação próspera e esperançosa, o país fervilhava de movimentos sociais e a América Latina não ia muito atrás. A criação de Brasília era o símbolo da modernidade e do dinamismo do país. Mas quando um presidente anunciou reformas para além das permitidas, a metrópole decidiu que deveria dar um basta naquilo tudo. 

Tão grande e profundo foi o trabalho que a Ditadura teve que fazer, que não pode pensar em arredar pé antes de permanecer vinte anos no poder... Foi a desconstrução de uma nação, ou do um ciclo social do país e do subcontinente (já que o Brasil foi usado como base para controlar todo o politizado Cone Sul), que havia começado com a chegada do Nacionalismo trinta anos antes.
A debilitação do Nacionalismo –assim como sua caricaturização patriotesca-, deu margem para o crescimento do vírus marxista na região, vindo depois a herdar os despojos sociais da nação, com o apoio tácito ou real de um ideologismo híbrido legado pela globalização.

Todo o incensamento que o neo-marxismo local tem recebido mundo afora, contrasta com a imagem externa das nações hispânicas mais nacionalistas que tem aparecido nestes anos. É mais uma vez o colonizador adulando os servos, quando celebram as ideologias oriundas da metrópole.
A presente confusão a ideológica, a falta-de-foco para acertar as coisas, resulta desta crise de identidade resultante. Hoje porém está voltando a ser divulgados os Calendários Sociais que norteiam a evolução social do mundo em ambos os continentes nestes séculos, a fim de ajudar a situar a sociedade quanto aos seus rumos reais.

O grande desafio, é aquele de renovar o Nacionalismo na América Latina, adaptado às novas condições planetárias críticas que o materialismo legou (não sem o impulso bélico do “Nacionalismo” decadente europeu), adotando certa feição de Sociedade Tradicional vinculada à terra e à Natureza. Sem dúvida, poderíamos ver na Bolívia um pequeno exemplo daquilo que se deveria seguir hoje, peses as diferenças profunda entre ambos os países.

Assim se poderá começar a restaurar a imago homini ascendente que é tarefa do Novo Mundo apresentar à sociedade planetária, a qual ensaia hoje meramente alcançar o “fim da História”. Afinal, no Novo Mundo, existe toda uma Nova História em gestação. É nele que está a verdadeira Estrela-guia destinada a conduzir os reis-magos do novo milênio.

* Por esta razão vimos no Brasil os próprios “marxistas” boicotarem importantes lideranças nacionalistas nas eleições, a ponto de permitir representantes capitalistas assomar ao poder. Os capitalistas sabem que os próprios marxistas darão conta de boicotar o nacionalismo, no mínimo pela “desunião das oposições”.

Um comentário:

  1. No ano 0 [nascimento de Jesus Cristo] éramos 170 milhões e hoje somos mais de 6 Bilhões, estimativas apontam que já chegamos aos 7 bilhões.
    Oras, se nossa situação de sobrevivência esta piorando como você explica o grande crescimento da população passados esses 2014 anos?
    Antigamente você trabalhava de sol a sol até morrer, hoje tem horário regulamentado, férias, descanso semanal, direito a aposentadoria…

    Observem que o grande crescimento populacional aconteceu justamente a partir de 1900 quando a revolução industrial, o capitalismo e a democracia já estavam bem consolidados em diversos países.

    Do ano 500 antes de Cristo até o ano 0 crescemos 70%.
    De 1500 depois de Cristo [quando os pensamentos burgueses começaram a tomar forma] até 2000 crescemos 14 VEZES!!
    ººººººººººººººººººººººººººººººººº
    Nossa população cresce menos hoje não porque matamos mais, ou as condições pioraram, mas sim porque muitos povos mais evoluídos fazem bom uso de anticoncepcionais que também são fruto da evolução tecnológica química.
    Só povos muito atrasados ainda tem grande crescimento populacional.
    A degradação ambiental provem justamente do excesso de pessoas tornado possível graças a alta produtividade do capitalismo.
    Sei que culpam as grandes potências pelo consumismo, mas quero lembrar que nos últimos 150 anos os USA, por exemplo, receberam 70 milhões de imigrantes que deixaram muitos descendentes e estes quando chegam ao país querem viver com o padrão americano e não com o padrão cubano ou mexicano.
    Quero dizer que vejo muito brasileiro criticando o acumulo de capital, mas ele tem 2 ou 3 veículos em casa, faz grandes viagens, consome bastante em shoppings e supermercados e quem não tem essas facilidades quer ter.

    São hipócritas que pregam uma vida frugal para os outros não para eles.

    Quanto ao meio ambiente a proposta FILOSÓFICA é avançarmos ainda mais tecnologicamente tornando a produção e distribuição mais eficientes e é urgente uma diminuição maior da natalidade, não devemos continuar procriando como ratos.

    Quanto a criminalidade lá por 2003 no GD de Filosofia do UOL eu falei que na Bíblia Deus cuidava de apenas 4 pessoas e houve um assassinato e a “punição” dada a Caim foi ir para uma outra tribo casar, ter filhos, uma vida longa e próspera.

    Podemos dizer que sobre o comando direto de Deus a criminalidade atingia 25% da população que ele cuidava e seu senso de justiça foi no mínimo muito estranho.

    [Hoje leio muitas pessoas repetindo isso, mesmo sem me darem o crédito fico satisfeito que tenham captado a mensagem.]

    Estamos bem e podemos ficar melhor ainda, basta não ficarmos com saudades desse passado “maravilhoso” que nunca aconteceu…

    http://filosofiamatematicablogger.blogspot.com.br/2014/05/saudades-do-que-nao-aconteceu.html

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