A Tradição Primordial também é dita "perene" porque sabe se transformar e adaptar, seguindo as próprias diretrizes da vida, sobre balizas universais que asseguram o equilíbrio do Todo, hoje em dia também chamado de “Holístico”. Costuma-se definir este eixo através de Trindades divinas.
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domingo, 12 de abril de 2015

O HUMANISMO E A ENTROPIA DO CAOS

“A burguesia só pode existir com a condição de revolucionar incessantemente os instrumentos de produção, por conseguinte, as relações de produção e, com isso, todas as relações sociais. (Marx e Engels, “Manifesto Comunista”)



Por detrás de cada intenção “inocente” do Humanismo, existe uma sub-intenção maliciosa do capitalismo, que o socialismo tampouco pretende extirpar mas apenas coletivizar. O marxismo termina assim alterando certas regras burguesas de auto-regulação inspiradas no “darwinismo social”, onde o liberalismo se coaduna com a livre-concorrência. A astúcia se converte no poder das massas, que não deixa de ser outro elemento “seletivo”.
Não obstante, o darwinismo atesta através da seleção das espécies, não apenas mecanismos de melhoria genética, como também de regulação demográfica. Ao assumir o darwinismo social, o capitalismo tem o mérito de afirmar esta regulação populacional, frágil não obstante sob a hybris humana, e que o socialismo radical virá exacerbar. Para repartir seus lucros, o capitalismo julga necessário ampliar a produção e aí temos um círculo vicioso com direto impacto ambiental.

A Natureza é aristocrática, ela trabalha primeiramente com a seleção -sem afastar a “colaboração” quando possível- das espécies. Isto não significa extirpar os inexcelentes, apenas define hierarquias. O verdadeiro trabalho da cultura “humana” não está em anular as hierarquias, mas sim em resignificá-las refinando-as. Quando as falsas utopias querem extirpar até as classes naturais, estão afrontando diretamente os potenciais da dimensão humana de ser.
O capitalismo porém é lupino, como um predador oportunista, vale-se das ideologias para lucrar incessantemente, porém o socialismo não fica atrás, em especial o “socialismo-de-mercado” que imita os métodos capitalistas. 

Cada “nobre causa” humanista tem por detrás um propósito capitalista inconfesso. É a criança que deve estudar para não ser “apenas um lavrador ignorante” (o que se estende aos índios “atrasados” e “primitivos”); é o jovem rural que é estimulado a abandonar o campo para ter outra profissão mais rentável; é o nordestino que deve migrar para o sudeste a fim de não perecer sob a fome cruel e o abandono social; é a mulher levada a se “emancipar” para aumentar o mercado-de-trabalho e “ajudar nas rendas da família”; são os homossexuais que são promovidos socialmente para incentivar o consumo –e o que mais vier. O próprio ambientalismo pode virar “causa engajada” no capitalismo à medida em que os velhos modelos se tornem impopulares e haja novas tecnologias disponíveis. A lista poderia se estender sem fim, como nas falsas reformas agrárias onde ao pobre são dados lotes na Amazônia a fim de calar o protesto ambiental contra a ocupação da área. 



Dimensões do Humanismo

Dir-se-á então: “-Bem, tudo indica daí que o verdadeiro culpado por tudo isto sejam as ideologias econômicas, e não o próprio Humanismo!” Vejamos, porém. O grande significado –e também o maior problema– do Humanismo está na exaltação (e logo na banalização) do livre-arbítrio. E aqui existe um certo “pecado original”, movido pela desobediência contra o justo e que induz ao erro.





Em nome do Humanismo se promovem as “liberdades individuais”, mais ou menos socializadas na verdade, não raro seletivamente socializadas. Mesmo no marxismo jamais se alcançou driblar mazelas crônicas como o racismo e o chauvisnismo cultural, numa palavra, as essências do imperialismo. É redundante dizer que o capitalismo seja elitista, porém a burguesia “liberal” pretendeu “socializar” os poderes da velha aristocracia que era ainda mais restritiva, sem estender estes direitos a todos. Justiça, saúde, conforto, segurança, patrimônio... é a riqueza que dá acesso às coisas. Para buscar resolver isto surgiu o socialismo em seus diferentes matizes, gerando a etapa capitalista da globalização através da Guerra Fria.
O Humanismo teve início no Renascimento, numa busca pela reintegração da cultura universal; a espiritualidade franciscana associada ao paráclito ou ao pentecoste, também representa um humanismo cósmico ou espiritual futurista. Porém no Iluminismo já se implantou o Humanismo Secular. A frase de Protágoras “o homem é a medida de todas as coisas” pode ter um fundamento amplo, mas pode ser usada de forma reducionista.
Por definição o Humanismo é antropocêntrico, em oposição ao teocentrismo. Ora, de que resolve celebrar o heliocentrismo científico, se continuamos na prática terracêntricos através do Antropocentrismo? A origem remota do terracentrismo –na verdade, o próprio Antropocentrismo- é astrológica (anterior aos próprios “mitos da Criação”). Um verdadeiro heliocentrismo deveria nos induzir à espiritualidade e à monarquia, tal como havia entre as antigas sociedades cultoras do Sol!


O hieratismo (ou o hierarquismo) não significa porém nenhum desumanismo, trata-se das filosofias holísticas ou apenas idealistas contrárias ao materialismo reducionista. Isto não denota um desprezo ao humano, somente ao “demasiado humano” que pode -este sim- levar ao desumano. Mesmo sendo compassiva e fraternalista, a Igreja se posiciona contrariamente ao Humanismo. E no entanto, as nossas enciclopédias admitem que as teocracias foram os regimes com maior humanidade na História...
A arte grega dos períodos Arcaico e Clássico ilustram simbolicamente estas distinções, abaixo. No modelo antigo o homem é como uma cariátide ligando céu e terra, e no modelo humanista o ser humano está centrado em si mesmo e desligado das outras dimensões.

      

Hieratismo e Classicismo

Na Antiguidade temos uma arte hierática que visa transmitir o espírito e a ordem, e no Classicismo vemos uma arte naturalista que se deleita em reproduzir a própria forma e a liberdade –curiosamente, atualmente se respeita muito mais o estilo simbolista do que o realista; ainda se pode admirar as habilidades de um Fídias ou de um Michelângelo, porém se deixa para o olho mecânico da máquina fotográfica a capacidade de reproduzir o óbvio.
As coisas levam porém um longo tempo até alcançar um ponto realmente crítico, quando o Humanismo termina sendo formulado como materialismo e atrelado à ciência objetiva. Grosso modo este processo pode tardar até milênios (adiante detalharemos estes ciclos), e toda a civilização cristã esteve de algum modo nele imersa. O curso histórico de massificação da cultura iniciado ali pela época do Buda colocou as bases para esta etapa da humanidade, através da codificação da literatura, dos regimes republicanos e das “religiões universais”.
As civilizações da era cristã são no geral altamente limitadas e fracionadas, se comparadas ao holismo notável da Antiguidade. A modernidade é apenas um novo movimento no pêndulo de uma balança que foi antes demais para o outro lado na era medieval.


Todas as fundações da Civilização, que o Humanismo renega de forma tão veemente, vem do período Hierárquico da humanidade - a Modernidade reconhece como válido apenas os momentos republicanos e ditos “científicos”. Mas ainda que reconheça que a História seja oriunda do Hierarquismo, graças a tantas conquistas inegáveis, este nunca teve maiores pretensões históricas ou temporais. A cultura humanista e a clássica sempre estiveram no bojo da cultura hierárquica antiga!
O Humanismo Secular moderno apenas não reconhece a integridade da Antiguidade (que não obstante inspirou o Humanismo Renascentista da “era dos reis” na Europa), porque teria que dar a mão à palmatória sobre o papel fundacional dos regimes teocráticos e monarquistas que regeram aqueles períodos originais da civilização.

Não obstante, existe esta ruptura, que o perenialista René Guenon analisou em sua última e brilhante obra “O reino da quantidade e os sinais dos tempos”, que é um desenvolvimento de “A Crise do Mundo Moderno”, consideradas as obras mais importantes do autor. Em “O reino...” Guenón afirma que a suprema característica da mentalidade moderna seria “a tendência para tudo reduzir a um exclusivo ponto de vista quantitativo”. 
O humanismo opta justamente por enfatizar a fase da civilização que privilegia as formas de cultura aparente e feitas para as massas humanas, como se antes da socialização da escrita o conhecimento não estivesse acessível. Talvez certos conhecimentos fossem mesmo mantidos entre as elites e a serviço do Estado. O homem que sabe ler e calcular também pode enriquecer, e com isto as coisas saem do controle produzindo o “reino da quantidade”.
Por consequência, o Humanismo resulta no império do caos e da anarquia, ao passo que o Hieratismo é o reino da ordem e da hierarquia. Sabemos que as duas classes idealistas (clero e aristocracia) pautam a sua organização ideal através de ordens, ao passo que duas classes materialistas (burguesia e proletariado) optam por se organizar mediante as democracias. 

Cosmologia social


A Cosmologia, fora do Naturalismo e da Mitologia, apresenta grande significado em duas outras esferas: o Esoterismo (Alquimia) e a Sociologia. Quando um mito afirma que o mundo foi criado, pode estar fazendo referência à obtenção de uma estrutura social legítima e organizada. Quando esta hierarquia se cristaliza, ou ela se refaz ou ela decai rumando para a anarquia. Eventualmente a cristalização abriga ainda tanta virtude (quiçá através de elementos de renovação parcial) que o decaimento tarda séculos. 
A Europa vive há muitos séculos processo social desconstrutivo, onde se visa comumente hoje (e algo utopicamente) a anulação das estruturas sociais. Esta desconstrução resultará num “caos” anárquico, onde se implantará a “igualdade pela forma” (uniformização) pese a diversidade de essências (deveres iguais). Já as Américas estão num processo oposto de construção, onde os elementos sociais tratam de desdobrar-se para criar novos, num quadro de cosmificação ou ordenação que busca a “igualdade pela essência” (direitos iguais) porém com diversidade da forma (multiformização).
Estes dois arcos históricos (análogos a períodos de evoluções muito mais amplos do mundo) ocupam pois ciclos de 2.600 anos, subdivididos em ciclos de 1300 anos (presente no Apocalipse como 1250, donde as avaliações de Joaquin di Fiori sobre as “Idades divinas”). Esta é a Ordem das Idades do Mundo, segundo várias tradições, ocupando as divisões da Era solar:

a. Idade de Ouro: Clero ......... Hierarquismo Superior (Teocracia, Sinarquia): Século XXXII a.C. A Era do Mito.
b. Idade de Prata: Aristocracia . Hierarquismo Inferior (Monarquia, Oligarquia)
: Século XIX a.C. A Era da Epopéia.
c. Idade de Bronze: Burguesia .. Anarquismo Superior (República, Plutocracia)
: Século VI a.C. A Era da Filosofia.
d. Idade de Ferro: Proletariado . Anarquismo Inferior (Democracia, Ditadura)
: Século VII d.C. A Era da Ciência.


A Eurásia está no final desta escalada, e as Améric
as recém a esta iniciando. Cada qual possui um grande papel no drama do mundo.

Como culminação da atrofia materialista imposta a ferro e fogo através de guerras mundiais e ditaduras cruéis, poderemos assistir a explosão de uma verdadeira bomba climática, na qual estaremos imersos por séculos a fio, da qual o atual aquecimento local e os transtornos ambientais são prenúncios.
Como supunha Hegel, a História é um eterno devir em transformação, porém há momentos que se poderia considerar críticos e outros que são como partos, e nisto tudo se aprende sobre a necessidade de trancafiar certos dragões para que as coisas tenham paz, harmonia e integridade, fazendo com que de entremeio a História possa se manter com razoável estabilidade. 
A observação destes movimentos da História não permite refutar a Dialética Histórica ou as mudanças culturais das idades assinaladas por outros historiadores e sociólogos, no sentido: Mito -> Epopéia -> Filosofia -> Ciência. Tal coisa se acentua em momentos de transição civilizatória como sucede nos séculos atuais.
Hoje temos um mundo que nos oferece as duas faces do radicalismo material e espiritual, e cada vez mais se enfrentado. De um lado o extremo consumismo e de outro lado o extremo fanatismo, este representado especialmente por grupos radicais do Islã rendidos à sociedade do espetáculo, capazes de assassinar gratuitamente crianças inocentes e destruir obras de arte milenares.
Embora muitos perenialistas apreciem o Islã, especialmente por sua arte e pelos encantos do sufismo, e ainda que esta civilização tenha conhecido momentos gloriosos, o Islã representa a mais característica religião do Kali Yuga (ver datações das Idades do Mundo, acima),
 a Idade das Trevas, e a mais “humanista” também, contendo elementos para conter certas debilidades humanas mas libertando outras tantas mazelas. Tal como a democracia falha, uma religião guerreira tribal disseminada numa cultura-de-massas pode chegar a representar um grande risco para o mundo.
Igualmente uma doutrina característica do encerramento da Idade de Ferro, o marxismo é outro dragão ainda presente, especialmente através da China, algo também a preocupar, com seus elementos ideológicos e raciais próprios.


"tudo o que é sólido...", nathalia cruz
A mudança dos costumes 

Pouca gente sabe que a frase “tudo o que é sólido se desvanece no ar” foi retirada do “Manifesto Comunista”. Na frase contígua do “Manifesto” que abre o nosso texto, sobre as transformações da economia e das relações sociais que a burguesia promove, caberia incluir a “revolução” dos costumes. O foco contínuo e artificial no consumo bestializa e infantiliza o ser humano, mantendo-o preso aos instintos. Na verdade o capitalismo confina as pessoas como gado nas cidades para que consumam neuroticamente ou para que a sua neurose as leva a consumir. Sob o peso de tantos fetiches, os modelos tradicionais de relacionamentos tampouco podem subsistir.
A burguesia não deveria então existir? Este seria uma conclusão precipitada. Na verdade, apenas não deve haver a atrofia sócio-cultural, pois cada classe têm a sua função. Onde uma tem demais, a outra terá de menos. Este seria inclusive uma das razões para não haver propriedade socialista em algumas visões de mundo: se uma classe massiva tiver poder material, ela  desequilibra as coisas. O que restará às outras classes senão a própria extinção? Com isto teremos a banalização da cultura, onde tudo será levado a rés do chão. A cultura surge da qualificação do ócio, e para isto se faz necessário a reflexão e a contemplação. Uma definição corrente de “civilização” está na existência de classes não envolvidas na produção material, mas na verdade isto poderia definir a própria cultura!
Porém, a burguesia regula o poder social através da exploração e da opressão. A dita citação do “Manifesto Comunista” sobre as dinâmicas incessantes da burguesia, atesta a razão de se dizer não haver uma “burguesia” na Idade Média quando, anteriormente, “a conservação inalterada do antigo modo de produção constituía, pelo contrário, a primeira condição de existência de todas as classes industriais anteriores” (op. Cit.). 
Contudo, cabe também uma palavra favorável à “burguesia”. Existem formas de expressar a essência da burguesia que sequer passam pela literalidade do termo com origem nos burgos medievais e nas rotulações mercantilistas. Na Índia a casta vaishya representou este fato, incluindo através das suas transformações expressões propriamente burguesas:
“Os textos religiosos hindus atribuem aos Vaishyas os papéis tradicionais na agricultura e na criação de gado, mas ao longo do tempo eles chegaram a ser proprietários de terra, comerciantes e agiotas.”* 


Ou seja, os vaishyas eram trabalhadores rurais (havia também os sudras, serviçais e operários da casta inferior) sob o feudalismo hindu (surgido após a decadência das cidades), que aos poucos foram se tornando proprietários e mercadores. Com isto podemos identificar as origens da burguesia medieval na Europa, através daquela camada de trabalhadores que desejavam se emancipar economicamente dos feudos como nos serviços administrativos que realizavam os vilões (assistentes feudais que residiam nas vilas) ou apenas refugiando-se nos burgos, coisa que segue acontecendo apesar de não raro criar populações periféricas e marginalizadas que apenas servirão na estruturação das cidades e para outros serviços à burguesia.


A resposta do avanço sócio-cultural

Para encerrar nosso texto devemos apontar soluções, que na verdade estão parcialmente sugeridas nas considerações acima.
O Humanismo é um problema? Devemos regressar ao Hieratismo, ou quem sabe superar estas dicotomias e procurar novas sínteses? A oniabarcância pode denotar presunção, mas se buscada com arte e sabedoria pode conduzir a avanços. A síntese do universal ou o ecumenismo são importes por muitas razões, inclusive como resgate. Uma vez que se tem um todo, as coisas seguem o seu curso natural.
Daí também o papel da democracia. Isto vale para o geral, havendo também o particular. Há que ver cada situação, não se pode dar a mesma prescrição para doentes diferentes. 
Hoje temos novas e urgentes causas na mesa. Quando o idealismo holístico alcança preservar a ordem, a paz e o meio-ambiente com muito mais facilidade e segurança do que o realismo materialista, então devemos refletir seriamente sobre a verdade de nossas ideologias.



O feudalismo é um sistema econômico pré-estatal que costuma resultar da crise civilizatória e de valores. Ora, o colonialismo potencializa muito bem esta problemática! Através do feudalismo a sociedade alcança redignificar-se e se libertar dos artifícios civilizatórios, entre elas e exploração social endêmica e a alienação existencial.
Para as sociedades-em-formação o feudalismo é uma etapa econômica natural, porém atenção: tudo possui êmulos, e não cabe confundir feudos com latifúndios ociosos ou anti-sociais! Estes são formas de alcançar efeitos contrários através da simulação, uma vez que retira o homem da terra.


É preciso compreender daí o que representa realmente o feudalismo. Os feudos aristocráticos são como satélites da coroa, semelhantes ao sistema solar. Paradigmaticamente, a coroa é porta-voz de uma Causa central que une a todos.
Não obstante, há que afirmar estes valores e sistemas sem crises sociais. É preciso buscar a diversidade cultural (e econômica) como reflexo da pluralidade social. Nas Américas as classes ainda estão em formação, as verdadeiras classes próprias apenas surgem através da identidade particular. Não se pode criar uma classe local importando intelectuais (ou ideias), religiosos (ou dogmas), burgueses ou militares com interesses alheios.
Por isto cabe organizar os modelos econômicos propícios para todas as classes. Quando o presidente João Goulart propôs uma reforma agrária no começo dos anos 60, ele estava andando no compasso natural da nossa História. Logo foi derrubado por causa disto e outros motivos (muitos deles totalmente falsos), e o curso oposto é que foi incrementado, inchando as cidades e esvaziando os campos até não se poder mais, sob a imposição ditatorial imperialista...
Resta hoje aos idealistas mais lúcidos, inspirados também pela cultura alternativa, e assim como à burguesia esclarecida premida pela crise das cidades e ambientalistas, tratar de fazer aquilo que já deveria ter sido feito, investindo na restruturação sócio-cultural da nação. Se uma reforma agrária resulta tão complicada alcançar, o mínimo que podemos pedir são cidades novas sustentáveis com justiça social e qualidade-de-vida.

* Em http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://en.wikipedia.org/wiki/Vaishya&prev=search



Luís A. W. Salvi é autor polígrafo com cerca de 150 obras, e na última década vem se dedicando especialmente à organização da "Sociologia do Novo Mundo" voltada para a construção sócio-cultural das Américas.
Editorial Agartha: www.agartha.com.br
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