A Tradição Primordial também é dita "perene" porque sabe se transformar e adaptar, seguindo as próprias diretrizes da vida, sobre balizas universais que asseguram o equilíbrio do Todo, hoje em dia também chamado de “Holístico”. Costuma-se definir este eixo através de Trindades divinas.
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A FILOSOFIA APROVA O HOMOSSEXUALISMO?


Se conhecem religiões que desaprovam as relações homossexuais, enquanto outras aparentemente não opinam de maneira clara a respeito, mas velam ideias que tratam seguramente destas questões tão fundamentais para a condição humana.
Resumidamente, todas as Cosmologias ensinam sobre a saída do caos original para a formação das energias opostas/complementares e dos Elementos da Natureza, forjando –estes sim- a diversidade destinada a uma síntese e recomposição superior na tríade ou na quintessência. O mesmo tema está reproduzido no começo de “Doutrina Secreta” H. P. de Blavatsky.



Assim, a homossexualidade não passaria daquele estado caótico (ou pré-formado) das energias humanas, presente na primeira fase de manifestações sexuais da criança, estado ao qual o ser humano também pode padecer por atrofia psíquica ou regressar através do abastardamento da sexualidade.
Portanto, educar “segundo a Natureza” para a diferenciação dos sexos, representa um gesto de evolução, para além de propiciar a perpetuação da espécie. O suprasumo da sexualidade e do amadurecimento do amor, se dá através das almas-gêmeas, que são relações únicas e exclusivas onde as leis do instinto se acham altamente sublimadas ou transfiguradas. A Teosofia fala de raças que eram inicialmente “hermafroditas” mas que depois separaram o sexos.

E quando certos filósofos contemporâneos defendem relativismos tipo “os gêneros são uma construção cultural”, eles até podem estar relativamente certos neste diagnóstico, apenas não alcançam compreender o quanto aquele procedimento cultural estaria CORRETO! Erram redondamente estes filósofos, portanto, na prescrição do remédio ao questionar a validade da educação tradicional.

Sucede então que certas premissas religiosas que ajuízam negativamente o homossexualismo, não representam meros “dogmas machistas” ou “patriarcais” como querem alguns, mas derivam de concepções filosóficas e cosmológicas de grande universalidade, não raro presentes nestas mesmas religiões (comumente inspiradas em religiões ou cosmologias mais antigas), como ocorre no Genesis dentro das religiões judaico-cristãs e também islâmicas.
No campo da filosofia clássica, Platão considerava o homossexualismo como “contrário à natureza” e julgava que, apesar da pederastia estar difusa na sociedade grega em algumas camadas sociais na sua época (a qual considerava decadente), uma lei anti-pederasta poderia chegar a encontrar boa acolhida em muitas cidades gregas.




Tudo isto representa o oposto, portanto, daquele estado-de-caos de energia/consciência onde tudo é igual e indiferente. O objetivo da evolução, é produzir as diferenças para alcançar a identidade das coisas acima das formas, preservando estas contudo como bases para a evolução física, mas também para a própria magia da transcendência. E esta é uma questão que os apologistas da “supremacia gay” não alcançam compreender, confundindo simplesmente o Nada com o Tudo!..

* Quando falamos em Filosofia (termo forjado pelo grande Pitágoras), não nos referimos em absoluto a esta prática moderna de comprar diplomas através de cursos intelectualóides ou de papagaiar filósofos antigos aprovados pela burguesia. “Filósofo” é alguém que realizou as leis imutáveis do universo em si, despertando nele a luz do ser universal.




Luís A. W. Salvi é autor polígrafo com cerca de 150 obras, e na última década vem se dedicando especialmente à organização da "Sociologia do Novo Mundo" voltada para a construção sócio-cultural das Américas.

Editorial Agartha: www.agartha.com.br
Contatos: webersalvi@yahoo.com.br 
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